________________________________________________________

Quinta-feira, 26 de Fevereiro de 1970

Excerto III, A Margem da Alegria

 

 

(...) Cerca da quinta do pombal num bosque de loureiros
o murmúrio das aves e o das águas repetiam
suspiros que os amantes suspiravam lá certeiros
os sonhos pela noite lhes mentiam
a vida era ali tudo ali aonde
aquela fresca fonte flores refrescava
e a levada movia a roda de uma azenha
inês muito acatada em seus paços pousava ou estava
não existia o dia porque só amor havia
e só aquele que ama o tempo não desdenha (...)
 
 
 Excerto de, A Margem da Alegria
nescritas às 13:17

________________________________________________________

________________________________________________________

  RUY 

BELO
RSS